Análise. Haddad, o tempo, a herança e o risco

O PT decidiu mesmo trocar o nome de Lula- preso em Curitiba- por Fernando Haddad como seu nome para a disputa presidencial deste ano. O partido ganhou as últimas quatro eleições e foi derrotado no Congresso com o impeachment de Dilma Roussef, que sofreu amplo combate nas ruas e com a crise econômica.
Haddad precisa agora recuperar a imagem do PT como partido de base e de ‘bons valores’ para avançar ao segundo turno. O favorito para estar no segundo Jair Bolsonaro sonha enfrentar o PT e contar com a alta rejeição ao partido nas camadas médias e assim se tornar presidente.
Haddad tem pontos fortes como ter governado São Paulo (cidade) e ter implantado ciclovias. Seu currículo também o credencia a ser presidente. E tem a nova cara que o PT precisa para sair das cinzas da Lava Jato. 
Contra si, ele tem a derrota para João Doria (PSDB) na eleição de 2016, investigações que podem surgir no meio do processo eleitoral e toda a Lava Jato com os governos do PT.
TEMPO- O foco do eleitor na eleição presidencial deve ajudar Haddad a herdar votos de Lula. Com metade deles, o petista novo estará no segundo turno. E agora ele poderá participar dos debates e entrar no jogo, com seu nome questionado e elevado.
HERAN??A– A herança do PT pesa muito contra Haddad, mas a memória do eleitor dos tempos Lula é muito positiva, que será capaz de torná-lo conhecido pela maioria do eleitorado. 

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