Análise. Choco faz jogo arriscado, e pode dar certo

Caso consiga se safar da cassação do mandato depois de ter jogado aos leões 13 vereadores de Americana, Paulo Chocolate (PR) poderá lucrar com o movimento político que fez ao defender publicamente pastores e igrejas evangélicas no debate em torno da Lei do Silêncio.
Como os deputados Bolsonaro, Marco Feliciano e Jean Wyllis, Choco assumiu uma bandeira e se agarrou a ela. Dificilmente a sua atitude se resultará em perda de votos, mas as chances de ele ser abraçado por pastores não é pequena.  
O vereador fez um jogo de risco calculado, agora precisa se desculpar (e bem) com os pares.

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