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Americana terá “Xadrez para Todos” para Educação Especial

A Secretaria de Educação de Americana formalizou, nesta sexta-feira (27), parceria com o projeto “Xadrez para Todos”, que será voltado a crianças  com deficiências física, visual, Síndrome de Down e Transtorno do Espectro Autista (leve) que tenham idade entre sete e 12 anos na rede municipal. O encontro reuniu o secretário da Educação, Vinicius Ghizini; a supervisora municipal de Educação Especial, Salete Pelisson da Cruz; Dayse Vescovi, gerente geral e diretora técnica da ADX (Associação para o Desenvolvimento do Xadrez); e a responsável pelas dinâmicas psicomotoras do projeto, Leda Fruett. O vereador Leco Soares, que intermediou a parceria, também participou do encontro.

O objetivo do Xadrez Para Todos é ampliar a interação social das crianças da Educação Especial, serão duas aulas de xadrez por semana sempre no contraturno das aulas, sem nenhum custo para o município, com previsão para início já em setembro. Onze alunos já se inscreveram no curso, que tem inscrições abertas permanentemente junto à secretaria, e segundo Salete também vem havendo uma série de consultas de pais para que se tire dúvidas sobre o formato do programa.

“Uma coisa que o prefeito Chico Sardelli, e também o vice Odir Demarchi, sempre nos cobram é que tenhamos um olhar diferenciado para a causa da educação especial, com um trabalho intenso voltado para o assunto. Esta é uma parceria com esse intuito, investir em uma ferramenta de inclusão tão importante para a nossa Educação”, disse o secretário.

“É muito bom ver a evolução que representa para essas crianças que, geralmente, chegam muito tímidas e com pouca socialização. O xadrez é uma ferramenta para essa evolução, mas o objetivo é desenvolver as crianças dentro da característica de cada uma”, explicou Dayse, que está à frente do projeto, criado em 2011 e o implementou em escolas da rede privada em São Paulo.

Durante o encontro, os representantes do projeto destacaram que o xadrez pode ser praticado em igualdade de condições e que tal característica democratiza a atividade, permitindo a melhora da autoestima de jogadores com deficiência. “A prática do esporte contribui com o desenvolvimento integral dos estudantes, além de contribuir com as habilidades socioemocionais e promover a inclusão. Esperamos ter a adesão para a prática dessa modalidade após a formalização do projeto”, comentou Leco.

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