Americana eleita melhor cidade do Brasil

 Americana eleita melhor cidade do Brasil

Com pontuação de 0,911, Americana foi apontada como a melhor cidade do Brasil em bem-estar urbano pelo Instituto Nacional de Ciência Tecnologia (INCT) Observatório das Metrópoles. Dos 10 primeiros municípios no ranking do Brasil, oito fazem parte da Região Metropolitana de Campinas – Americana, Itatiba, Santa Bárbara d’Oeste, Valinhos, Nova Odessa, Indaiatuba, Pedreira e Holambra ). Já Hortolândia, com Ibeu de 0,713, ficou na 157ª colocação no ranking e em último da RMC.

A Região Metropolitana de Campinas (RMC) foi a primeira colocada entre as metrópoles. Entre os requisitos analisados estão tempo de deslocamento entre casa e trabalho, além de condições habitacionais. Saúde e educação não foram citados no levantamento e Campinas ficou em 30º lugar no país.

O índice das principais regiões metropolitanas do Sul, Sudeste e Centro-Oeste do país foi divulgado nesta quarta-feira (21) e revelou que a RMC tem a melhor situação entre os 15 conglomerados urbanos. A nota ia de 0 a um.

Com Índice de Bem-Estar Urbano (Ibeu) de 0,873, a região de Campinas (SP) foi a única que recebeu a classificação “boa ou excelente”. Apesar do resultado, a RMC possui discrepâncias entre as cidades e com realidades bastante distintas. Para elaborar o ranking, INCT usou como base o Censo de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Melhor do país

O Ibeu foi formado pelos quesitos de mobilidade urbana, condições ambientais urbanas (arborização próxima às casas, esgoto a céu aberto e lixo), condições habitacionais urbanas (como quantidade de moradores pelo tamanho e quantidade de cômodos dos imóveis), atendimento de serviços coletivos urbanos (água, esgoto, energia elétrica e coleta de lixo) e infraestrutura urbana (como iluminação pública, pavimentação, calçada e rampa para cadeirantes).

Saúde e educação fora
Segundo o pesquisador André Salata, que fez parte da equipe formada por cerca de 40 pessoas, os dados sobre educação e saúde não foram incluídos nos quesitos para a composição do índice porque o objetivo é traçar uma dimensão urbana das cidades. Durante 10 anos, o INCT analisou anualmente as regiões metropolitanas com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD). “A partir de 2011, com os dados do Censo de 2010, foi possível analisar não só as regiões, mas as características de cada cidade. Por isso, podemos dizer que apesar da RMC ter tido uma pontuação alta, há uma discrepância bem grande entre um município e outro”, explica Salata.

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A Região Metropolitana de Campinas (RMC) foi a primeira colocada entre as metrópoles. Entre os requisitos analisados estão tempo de deslocamento entre casa e trabalho, além de condições habitacionais. Saúde e educação não foram citados no levantamento e Campinas ficou em 30º lugar no país.

O índice das principais regiões metropolitanas do Sul, Sudeste e Centro-Oeste do país foi divulgado nesta quarta-feira (21) e revelou que a RMC tem a melhor situação entre os 15 conglomerados urbanos. A nota ia de 0 a um.

Com Índice de Bem-Estar Urbano (Ibeu) de 0,873, a região de Campinas (SP) foi a única que recebeu a classificação “boa ou excelente”. Apesar do resultado, a RMC possui discrepâncias entre as cidades e com realidades bastante distintas. Para elaborar o ranking, INCT usou como base o Censo de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Melhor do país

O Ibeu foi formado pelos quesitos de mobilidade urbana, condições ambientais urbanas (arborização próxima às casas, esgoto a céu aberto e lixo), condições habitacionais urbanas (como quantidade de moradores pelo tamanho e quantidade de cômodos dos imóveis), atendimento de serviços coletivos urbanos (água, esgoto, energia elétrica e coleta de lixo) e infraestrutura urbana (como iluminação pública, pavimentação, calçada e rampa para cadeirantes).

Saúde e educação fora
Segundo o pesquisador André Salata, que fez parte da equipe formada por cerca de 40 pessoas, os dados sobre educação e saúde não foram incluídos nos quesitos para a composição do índice porque o objetivo é traçar uma dimensão urbana das cidades. Durante 10 anos, o INCT analisou anualmente as regiões metropolitanas com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD). “A partir de 2011, com os dados do Censo de 2010, foi possível analisar não só as regiões, mas as características de cada cidade. Por isso, podemos dizer que apesar da RMC ter tido uma pontuação alta, há uma discrepância bem grande entre um município e outro”, explica Salata.

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