Americana debate Trabalho infantil

Na manhã desta quarta-feira (25), cerca de 80 pessoas participaram, no auditório do Senai, do II Fórum Municipal de Erradicação do Trabalho Infantil e Proteção ao Trabalhador Adolescente, realizado pela Secretaria de Ação Social e Desenvolvimento Humano. Com o objetivo de disseminar os atuais dados sobre o trabalho infantil, o encontro buscou também debater sobre as necessidades para regularizar a situação de adolescentes que trabalham. 
“Conforme dados do IBGE, de 1992 até 2013, o trabalho infantil no Brasil reduziu 54% e ainda assim, há aproximadamente 1 milhão de crianças e adolescentes trabalhando de forma irregular. Há também o trabalho invisível aos olhos, que são os casos ocorridos em muitos lares e em regiões rurais, em que os órgãos como o IBGE não conseguem captar. Este Fórum é um pequeno ato, mas que atraiu muitas pessoas envolvidas e que juntas podem contribuir para esses dados diminuírem”, disse o secretário de Ação Social, Aílton Gonçalves Dias Filho. 
O Fórum contou também com as palestras “A história da exploração infanto-juvenil, do racismo e da persistência da escravidão no Brasil”, com o palestrante Professor Dr. Sidney Aguillar Filho, e “O papel do Ministério Público do Trabalho no combate ao trabalho infantil”, com o palestrante Dr. Paulo P. Crestana, da Procuradoria Regional do Trabalho 15ª Região – Campinas.
“Quero agradecer a presença de todos e alertar sobre a importância deste assunto que afeta milhares de pessoas. A sociedade precisa participar e olhar com cuidado para essas crianças. Nossa intenção é ampliar as oportunidades para que os adolescentes possam trabalhar protegidos por lei e de forma legal”, disse a coordenadora do PETI (Programa de Erradicação do Trabalho Infantil), Odilamar Lopes Mioto. 
Além de profissionais que atuam na área da assistência social, o Fórum contou com a presença do presidente do CMDCA (Conselho Municipal da Criança e do Adolescente), Antonio Dias da Fonseca e do coordenador de relacionamento com a indústria do Senai, Adão Evaldo de Moura Souza.

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