Americana, Cosmópolis e Paulínia dizem não ao lixão

O Brasil é um dos campeões mundiais em produção de lixo. Só perde para União Europeia, Estados Unidos, China e Japão. A considerável melhora das condições de vida nos últimos anos fez com que a produção chegasse a mais de 80 milhões de toneladas de resíduos sólidos nas cidades. A região Sudeste produz 50% de tudo que é coletado no país. E o mais preocupante é a destinação desse lixo.

Cerca de 35 milhões de toneladas coletadas vão indevidamente parar em lixões ou aterros sanitários, causando danos irreparáveis ao meio ambiente, a saúde pública, desvalorizando imóveis. Isso tudo sem contar que as prefeituras perdem uma grande chance de gerar divisas com o lixo. A reciclagem, a utilização de usinas pode gerar desde energia para empresas, até produtos retirados do lixo.
Em Americana o Prefeito municipal está na contra mão das inovações tecnológicas mundiais e de algumas cidades brasileiras. Quer como marca de sua gestão implantar um lixão em nossa cidade. Americana sempre foi referencia em inovação não pode buscar políticas do passado como modelo. Temos que ter modelos inovadores e rentáveis e não superados e prejudicais ao desenvolvimento da cidade.
Por isso nós iniciamos um movimento em Americana para não permitir a instalação de aterro sanitário em uma das áreas mais importantes e estratégicas para o nosso município: a área do pós-represa.
O pós representa para Americana a possibilidade de novas indústrias, de novas moradias, enfim de desenvolvimento e quem vai querer se desenvolver ao lado de um lixão. A população precisa entrar nessa luta, precisa se manifestar, precisa mostrar que quer desenvolvimento e não lixo.
Há argumentos falsos para a defesa de instalação desse lixão. Dizem que é mais próximo depositar lixo no pós-represa do que em Paulínia. Falácia. A distância do centro de Americana aos dois pontos mostra que a distância é a mesma. Portanto não há economia. Outra coisa é se vamos pagar para depositar o lixo em Americana ou em Paulínia qual é a vantagem de termos aqui o aterro?
Americana, Cosmópolis e Paulínia vão juntas caminhar contra essa nova obra do governo municipal. Dia primeiro na Câmara de Cosmópolis, às 9h da manhã, vamos fazer um grande debate e nos organizar para mostrar que não queremos lixo, mas sim desenvolvimento sustentável.
?? momento de todos se manifestarem contra esse atraso. Americana, Cosmópolis e Paulínia dizem não ao lixão.
Antônio Mentor.???

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