Ambulâncias estavam precárias em Nova Odessa

A vereadora Márcia Rebeschini (PV) criticou nesta semana situações de precariedade que foram encontradas no setor de ambulâncias da Secretaria Municipal de Saúde em Nova Odessa. A parlamentar culpou a gestão anterior, do prefeito Bill Vieira de Souza (PSDB), e elogiou o atual, Cláudio Schooder-Leitinho (PSD), por resolver os problemas apontados.

A parlamentar disse que, ao assumir o mandato, ouviu diversas reclamações de funcionários públicos do setor com relação a uniformes e a manutenção de veículos. “O setor de ambulâncias estava bastante precário e abandonado na nossa cidade”, disparou Rebeschini. Nos primeiros dias ela se reuniu com funcionários e o secretário Nivaldo Rodrigues (Dr. Nivaldo).

O relato era que a falta de manutenção chegou a situações extremas como o transporte de pacientes para a Unicamp, em Campinas, realizado com veículo sem o para-brisas, um item obrigatório. “Teve uma ocorrência em que o motorista teve que parar na beira da pista até passar a chuva para poder seguir viagem”, revelou a vereadora.

Além disso, os 28 funcionários do setor (homens e mulheres) dividiam um único banheiro. Mas na última sexta-feira (26), a vereadora realizou nova reunião com representantes do setor e constatou a resolução dos problemas citados. Segundo Rebeschini, foi realizada a manutenção nas ambulâncias e disponibilizada nova sala com banheiros masculino e feminino.

Uniformes

Outra situação contornada envolvia uniformes dos servidores. “Funcionários tiveram de comprar por si mesmos os uniformes, porque a mais de anos não recebiam”, contou a vereadora. “Coisas básicas e que deveriam ser fornecidas (pela Prefeitura), os funcionários tiravam do próprio bolso”, diz. Rebeschini afirma que está em andamento a licitação de compra dos itens.

A parlamentar ainda lamentou a situação envolvendo a reforma e ampliação do Velório Municipal, cuja obra orçada em R$ 315 mil começou em meados de 2019 e agora foi concluída, mas não pode inaugurada por problemas na execução de uma porta, por onde não passariam os caixões – conforme noticiado com exclusividade pelo Novo Momento.

“Foi uma aberração o que aconteceu. Não poder inaugurar o velório porque o caixão não passa na porta”, ressaltou Rebeschini. A vereadora citou a importância das benfeitorias no local, mas não achou pertinente o período. “Momento de pandemia e o velório estava fechado, um descaso com a população”, lamentou. A obra agora terá de ser refeita parcialmente.

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