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Alta na conta de luz: vale a pena instalar energia solar?

O brasileiro vive um momento de desespero toda vez que chega a conta de energia elétrica em sua casa ou trabalho. Vivemos em meio a sucessivos aumentos de tarifa, turbinados por pressão inflacionária, crise hídrica nos reservatórios e diminuição da renda de grande parte da população. Em um cenário desolador como este, as fontes renováveis de energia tornam-se uma grande esperança de economia.

A energia solar é a mais difundida e procurada por quem tem a necessidade de dar um alívio ao orçamento. As placas de geração de energia solar permanecem eficientes por cerca de 30 anos, o que garante o retorno do investimento e uma boa margem de lucro ao final do ciclo de vida do equipamento. Além disso, há o ganho ambiental na troca de fontes como termelétricas e energia nuclear (que fazem parte do sistema elétrico brasileiro) pela energia do sol, não poluente e inesgotável.

É muito atraente pensar nesta possibilidade. Sempre é necessária a pesquisa aprofundada e que se analise custos e benefícios para a sua realidade. Porém, é fato que geralmente a conta é muito recompensadora.

Muitas vezes existem medidas mais simples e menos custosas para solucionar problemas com tarifas altas, tais como troca de aparelhos e kits de iluminação por alternativas mais econômicas. Mudanças de hábito também costumam causar impacto positivo. Se mesmo com medidas de contenção de gastos a tarifa permanece complicando seu orçamento, realmente vale considerar a instalação de um sistema como este.

“Fornecer soluções eficientes quando se trata de energia é essencial em oportunidades de melhores resultados relacionados a custos e investimentos no setor de energia. Modalidades como aluguel de usinas, participação em cooperativas de geração, autoprodução de energia, sistemas de armazenamento de energia através de baterias e mercado livre de energia são exemplos da diversa gama de soluções possíveis”, explica André Cavalcanti, CEO da Elétron Energy.

Em 2019, o mercado de energia solar no Brasil cresceu mais de 212%, alcançando a marca de 2,4 GW instalados. Segundo a Aneel, foram instalados mais de 110 mil sistemas fotovoltaicos de mini e microgeração, correspondendo a R$ 4,8 bilhões e 15 mil profissionais trabalhando na área. Estes são os últimos dados disponíveis da área, que atrai a atenção do brasileiro em um momento pré-pandemia. Acredita-se que o pós-pandemia seja um momento ainda mais favorável para este mercado.

Em tempos de economia precisando de incentivo, a energia solar traz boas notícias nesse campo também. Segundo dados da Agência Internacional de Energia Renovável (Internacional Renewable Energy Agency – Irena), a energia solar é a fonte renovável que mais gera empregos no planeta, sendo responsável por mais de um terço dos mais de 11 milhões de empregos vindos de fontes renováveis no mundo

De acordo com dados da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), a soma da potência instalada (MW) no país passou de 7MW em 2012 para 7.766 MW em 2020. Em nosso país, mesmo lugares com menor incidência de raios solares ao longo do ano possuem capacidade suficiente para geração de energia elétrica solar.

A Aneel estima que, até o ano de 2024, mais de 1 milhão de consumidores devem passar a gerar a própria energia. Os investimentos totais previstos até 2025 são de R$ 25,8 bilhões. Vale a pena analisar este mercado com atenção e pensar na possibilidade de ter esta geração de energia econômica, ecologicamente correta e geradora de muitos empregos.

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