Tecnologia

Rússia 2018 será o mundial dos apps

Marketing Digital

Publicado em 2018-06-14 15:00:01 Atualizado em 2018-06-14 15:00:01 (236 visualizações)

A Copa do Mundo da Rússia já está aí e além de reunir os melhores jogadores de futebol do planeta, o torneio representa um momento único para anunciantes em todo o mundo. Para se ter uma ideia, o jogo da final da Copa do Mundo de 2014, entre Argentina e Alemanha teve um alcance de mais de um bilhão de pessoas.

Pensando em colaborar com empresas do mundo todo, a Headway, em colaboração com a App Annie, lançou um guia mostrando passo a passo, como se beneficiar das campanhas em mobile apps durante o evento. O estudo utilizou recursos de big data e consumo de vários aplicativos disponíveis no mercado para analisar o impacto potencial dos smartphones durante o torneio.

Atualmente, os dispositivos móveis representam cerca de 73% do consumo total de internet. “Estima-se que os apps forneçam acesso a quase quatro bilhões de pessoas através de um dispositivo que está praticamente sempre ao alcance das mãos. Daí vem a importância do canal mobile para divulgação de campanhas, produtos e marcas”, explica Darío Diament, CMO da Headway.

Hoje, há mais de um milhão de smartphones em todo o mundo em comparação com a Copa do Mundo de 2014. Segundo Diament, fazer ações de marketing em períodos como esse vale muito a pena. “As pessoas imersas nos conteúdos específicos do evento apresentam altas taxas de atenção. Assim, acontecimentos como a Copa do Mundo são ideais para alcançar novos clientes e reativar os clientes inativos, por exemplo”.

Também vale destacar que, enquanto 72% do conteúdo relacionado à Copa do Mundo realizada no Brasil em 2014 foi acessado a partir de computadores, nesta edição do torneio mais de metade do conteúdo será consumido a partir de telefones móveis, um cenário que a Headway reconhece como uma grande oportunidade para marcas que desejam se conectar com um público envolvido na febre do campeonato mundial.

“A Copa do Mundo é o momento em que a atenção de todo o planeta está no torneio e, nesta edição, muitos farão a partir de seus celulares”, comenta o executivo.

 

O que deve bombar

Durante a Copa do Mundo a utilização de uma ampla variedade de apps aumentará consideravelmente. Andrea Orsolon, vice-presidente Brasil na Headway, destaca os aplicativos da Fifa, de notícias esportivas, informações dos jogos em tempo real, mídia social, entrega de comida, transporte, apostas, streaming ao vivo e pagamentos. “Os apps suportam uma grande quantidade de formatos criativos e muitos oferecerão pacotes diferenciados para marcas que queiram incluir, por exemplo patrocínios de vídeo de replays e anúncios incorporados ao conteúdo relacionado aos jogadores. Outros vão dispor de anúncios mobile que serão transmitidos durante os intervalos dos jogos”.

O guia ressalta que as marcas também poderão fazer parcerias com aplicativos populares para disponibilizar conteúdo relacionado à Copa do Mundo ou apresentar experiências interativas para quem vê os jogos ao vivo.

Para alcançar mais repercussão os anúncios criativos precisarão ser pertinentes, tanto para o consumidor quanto para a natureza única da Copa do Mundo. “Felizmente, a publicidade mobile garante combinação entre a segmentação por dados de localização e o uso de apps. Isso permite transmitir mensagens criativas e atrativas, de acordo com o que o usuário estiver fazendo ou o lugar onde ele estiver interagindo com um app mobile. Hoje, os usuários de dispositivos móveis passam, em média, três horas por dia utilizando apps. Portanto, é evidente que a publicidade mobile é essencial para despertar o interesse dos consumidores”.

Além disso, o estudo destaca que os anunciantes de mobile apps que pretendam aumentar sua base de usuários, aproveitando a euforia em torno da Copa, deverão estar prontos para tomar decisões rápidas, conforme o desenrolar dos jogos e o reflexo que isso causará nas redes sociais.

A executiva conclui que é primordial elaborar um plano criativo pensando na competição e resultados dos jogos. Dessa forma, na sua avaliação, é possível se adaptar rapidamente diante de situações excepcionais. “A Copa é uma oportunidade que ocorre uma vez a cada quatro anos. As corporações não podem perder a chance de aparecerem para o mundo todo”.

 
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