Política Crítica

Jr. Dias discute falta d'água no pós-Anhanguera com Omar e DAE

Encontro aconteceu na tarde desta quarta-feira

Publicado em 2018-12-06 12:50:42 Atualizado em 2018-12-06 12:58:03 (208 visualizações)

O vereador Juninho Dias solicitou uma reunião com o prefeito Omar Najar e os representantes do DAE para discutir a questão da falta d’água na região do pós-Anhanguera. O encontro aconteceu na tarde desta quarta-feira (5).

Forte representante da região afetada, Juninho levou uma série de questionamentos até o poder executivo e cobrou soluções urgentes para o problema, que é decorrente de muitos anos. Durante a reunião, o prefeito Omar Najar se mostrou bastante empenhado e exigiu total atenção do setor responsável.

“Toda a parte do DAE daquela região foi abandonada. Por mais de 20 anos aqueles bairros tiveram grande crescimento e nenhuma melhoria foi realizada. A adutora era pra ter sido trocada nos anos 90”, enfatizou o prefeito.

Segundo o DAE, a mesma tubulação abastece todos os bairros da região e também o São Vito. Nos problemas ocorridos em qualquer dos bairros do pós-Anhanguera, todos os outros interligados pela mesma adutora são afetados.

“É um problema que a população do pós-anhanguera sofre há muitos anos. Realmente nenhuma melhoria foi realizada para a demanda da região do pós-Anhanguera, que cresceu de forma rápida ao longo desses anos, todo o sistema que há hoje não é suficiente para a quantidade de pessoas”, disse Juninho Dias.

Uma das soluções que a prefeitura já está trabalhando é a implantação de uma caixa de controle para ‘separar’ o abastecimento desses bairros. A previsão para a instalação é o primeiro trimestre de 2019.

“Com essa caixa de controle, quando houver uma ocorrência em algum dos bairros do pós-Anhanguera, eles vão conseguir ‘isolar’ o problema para que não afete os outros bairros, como acontece hoje”, disse Juninho Dias.

Ainda de acordo com o DAE, as causas da falta d’água na região do pós-anhanguera são os frequentes rompimentos na adutora, a falta de capacidade dos reservatórios devido ao grande crescimento da população, a falta de investimentos ao longo dos anos para acompanhar a demanda e quedas de energia.    

A prefeitura já está trabalhando nos estudos para a troca da adutora que abastece a região, a primeira fase da obra está avaliada em R$18 milhões, e a obra total em aproximadamente R$39 milhões. A questão dos novos reservatórios também está inclusa nos estudos.
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