Política Crítica

Os desafios do 'mandato curto'

Quatro anos e as poucas saídas

Publicado em 2016-11-03 09:40:47 Atualizado em 2016-11-03 09:40:47 (1220 visualizações)

Omar Najar (Americana), Dênis Andia (Santa Bárbara d'Oeste), Bill Vieira de Souza (Nova Odessa) e Luiz Dalben (Sumaré) viverão nos próximos dois anos o desafio de pensar o que fazer para ter um governo 'bombando' apesar do final obrigatório em 2020 e o risco de ter que escolher o sucessor e buscar novos voos em 2022.

Najar aparentemente é o único que não vai seguir na vida pública. Sua sucessão tende a ser um 'pega pra capar' com PV e PSDB (PMDB correndo por fora) na disputa. Andia e Dalben possuem vices com potencial para assumirem o comando- ainda lhes faltam os votos.

Bill viu os principais nomes da sucessão serem 'limados' nas urnas, mas ainda tem um vice que cisca mas não se assume homem público. E assim caminharão os próximos anos. Sem grana, sem ideias e cada vez mais desinteressantes os governos locais. Precisam se reinventar.

E JOÃO 23? Teve mandato curto, mas não se furtou de tentar mudar o status quo.  
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