Diversão e Arte

'Respeito saiu do grupo' aborda redes sociais

Obra de Mauro Felippe

Publicado em 2018-10-11 14:57:02 Atualizado em 2018-10-11 14:57:02 (71 visualizações)

"Além de tentar expandir o respeito dentro do dito grupo, o saber ouvir é mais do que necessário, pois nesta calma silenciosa, interior, pode desprender o ócio da criação, de novos temas harmônicos ao original, ou respostas jamais pensadas, mas positivas aos integrantes. O silêncio proporciona, indiretamente, o ócio e, diretamente, o restabelecimento do fluxo do bom pensamento, onde se extrai o proveito à alusão positiva, do social."

O trecho é parte da crônica "Desculpem-me, irei sair do Grupo", publicado pelo escritor Mauro Felippe na obra "Ócio". Em uma narrativa bem humorada, o autor exemplifica uma situação no qual discussões desrespeitosas ocorreram, justamente em um grupo de debate nas redes sociais. Com o acesso de pessoas diversas, há de ocorrer trocas de ideias nem sempre com a mesma linha de pensamento, mas deve-se manter (sempre) o respeito.

É como bem coloca o autor, finalizando o texto: "Ainda se a situação social, ideológica, pessoal, política ou econômica fosse debatida em pautas, à luz das ideias postas pelo autor, e as pessoas participassem com urbanismo, seria uma causa construtiva, já que ideias seriam refinadas sem farpas, o que é a beleza na filosofia e principalmente na Sociedade civilizada."

Para saber mais sobre a obra "Ócio", entrevistar o autor Mauro Felippe ou conhecer seus outros livros, entre em contato pelo e-mail redacao3@liliancomunica.com.br ou telefone (11) 2275-6787.


Vida em forma de poesia

Com uma abordagem livre dos diversos elementos da existência em verso, o advogado urussanguense Mauro Felippe mergulha, na obra Ócio, profundamente na condição humana e questiona: o que é viver?

O que Sócrates, Shakespeare, Schopenhauer e Oscar Wilde têm em comum além de serem algumas das grandes mentes da humanidade? Com correntes ideológicas diferentes, todos eles serviram de inspiração para o escritor e advogado, Mauro Felippe, natural de Urussanga, cidade localizada no sul de Santa Catarina. A filosofia serviu para o autor compreender a existência e a liberdade de pensamento, indicadas em seu livro Ócio, uma coletânea de poemas, insights e aforismos que questionam os mais singelos aspectos da vida. Em um mergulho reflexivo sobre a condição humana, o autor converge com as cores, ilustrações e designs impactantes do livro para apresentar ao leitor uma verdadeira obra de arte.

A composição visual do livro fica a cargo de Rael Dionisio, que traduz em imagem tudo o que Mauro transmite em versos e outras formas de textos. A (in)sanidade, o tempo, a solidão, a esperança, o destino, os ciclos, a felicidade subjetiva, a fragilidade do coração, as fronteiras do ser humano, a sabedoria bela da natureza e dos animais, a corrupção, a desigualdade social, a ética e até mesmo a interação entre as pessoas no mundo de hoje. Tudo isso em forma de textos e ilustrações inspiradoras para os olhos e a alma.

Mauro, que admira e é amigo de personalidades como Mario Sergio Cortella, sempre desejou levar mensagens capazes de despertar reflexões profundas nos leitores. Nos momentos de criatividade, a palavra “ócio” (que dá título à obra) surgiu à mente do escritor, o que o motivou a estudar o termo e a ver sentido nele. Assim, Mauro passou a absorver o estado de espírito da expressão de maneira filosófica e psicológica, longe do conceito comum dos dicionários e padrões sociais.

Os sonhos surgem no momento do ócio
Os sonhos mantêm o propósito das nossas existências
Uns se realizam 
Outros permanecem sem evidências.

A obra transpõe, de forma poética, não apenas o tema “ócio”, mas diversos elementos da vida, celebrando das menores às maiores circunstâncias e despertando em quem lê outra visão acerca do mundo, seja refletindo sobre seus desprazeres, seja glorificando as “pequenas coisas”. Ócio oferece ao leitor, em forma de arte, o pensar de suas aflições e inspirações, tópicos tão pertinentes à existência.

Além de escritor, Mauro Felippe é advogado e escreve durante as frações de segundos em que não está exercendo o seu ofício ou cumprindo outras responsabilidades. O próprio autor se questiona sobre a origem dos versos tão profundos, sensíveis e reflexivos, que surgem despretensiosamente no formato de parábolas e metáforas, em rascunhos e cadernos, antes de ganharem as suas configurações finais. É um cotidiano de produção, mas é justamente por conta dele que Mauro consegue compreender a corrente filosófica dos leitores e expressar, por meio de palavras, a essência da curiosa e audaciosa alma humana.
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