2016- Dia Internacional da Mulher, muito atual e necessário!

Escrever sobre o papel das mulheres no dia 08 de março e no atual momento político do Brasil é falar na defesa intransigente da Democracia, na ampliação e no efetivo respeito aos direitos conquistados em todas as esferas, como a equidade salarial; fim do assédio moral e sexual; no fim do preconceito, da violência social e doméstica; no empoderamento das mulheres; e na promoção efetiva de igualdade nas condições de vida entre homens e mulheres.

As mulheres compõe a maioria da população, a maioria do eleitorado, a maioria na escola e com curso superior; entretanto esses números não refletem o empoderamento com a participação das mulheres na política, tanto no executivo como no legislativo; na direção de empresas; nas direções de entidades sindicais, entre outras.
A violência sexual, social e doméstica continua a assolar atingindo as mulheres psicologicamente, fisicamente; ceifando vidas, destruindo famílias e impedindo a igualdade e o atingir efetivo dos direitos humanos!
Atitudes, brincadeiras, piadas e frases aparentemente ingênuas são carregadas de sexismo, de preconceito, de discriminação e de tentativas de perpetuação de valores antidemocráticos, autoritários, que tentam nos impingir como se naturais fossem, o que não o são, e sim fruto de uma construção histórica. 
Como professora de longa data podemos afirmar que a escola, as professoras e professores, sem dúvida, podem e devem contribuir para a diminuição da educação sexista até sua erradicação definitiva e necessária para um mundo mais justo, sem exclusão e discriminação de toda sorte.Em 2016, ano de eleições municipais, devemos lutar para que mais mulheres se candidatem e sejam eleitas, e possam exercer seus mandatos com respeito; bem como de enfrentamento contra os retrocessos que o Congresso Nacional conservador quer impingir aos trabalhadores e trabalhadoras como a terceirização, a reforma da previdência e perdas de direitos arduamente conquistados.- Não à terceirização! -Pela aplicação integral da Lei Maria da Penha!- Mais mulheres no poder e mais respeito no exercício quando eleitas!
Profª da Unimep, diretora do Sinpro Campinas e Região e da FEPESP.

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