PAULO MALUF: A PERSEGUIÇÃO POLÍTICA ELEITORAL! por João Tavares 

Saturday, April 03, 2010 8:58:18 PM


“Basta começar um ano de eleições para que o Ministério Público solte informações com a intenção de prejudicar Maluf, que não tem contas fora do país e que a informação sobre a Interpol partiu de promotores”, afirma Adilson Laranjeira, assessor de imprensa de Maluf. Isto posto, a inclusão de seu nome na difusão vermelha da Interpol é “uma ilegalidade por parte da promotoria estadual norte-americana e verdadeira afronta à soberania do Brasil e a independência do Congresso brasileiro, Maluf integra um dos Poderes do país – o Legislativo.” Advogado de Maluf, José Roberto Batochio, diz numa comparação extrema, seria como o Fausto (Martin de Sanctis, juiz federal brasileiro) decretar a prisão da Hillary Clinton.”


Desta maneira, Paulo Maluf e seu filho Flávio contrataram os advogados americanos Bryan Skarlatos e Sharon McCarthy para processar o Procurador Geral do Condado de Nova Iorque com base no artigo nº 78 do CPLR - Civel Practice Law and Rules (Prática cível  com direitos e regras de uma lei), com o propósito de imediatamente interromper a ilegalidade perpetrada contra a família, encerrando-se essa ação ilegal, descabida e intempestiva, baixando-se inclusive o Alerta Vermelho da Interpol. A notícia é requentada desde 2007 e volta exatamente em 2010 ano eleitoral, como em todas as eleições, no único objetivo para prejudicar e denegrir a imagem eleitoral de Paulo Maluf, exemplos de “perseguição política eleitoral”:


1970, depois de 36 anos foi absolvido no caso dos fuscas doados dentro da lei. 1982, Paulipetro: o Pré-Sal, na bacia de Santos, começou com a Paulipetro. 1998, Frangogate, foi absolvido pela Justiça. 2002, Filha fora do casamento, o exame de DNA provou que era mentira. 2004, Carta montada, com sua assinatura escaneada por computador. 2005, Único preso político no país, com show de pirotécnia e mega-espetáculo global, com jornalista da “TV-Globo” vestido de policial federal, para mostrar pela TV o seu filho sendo “algemado” quando veio espontaneamente se entregar e pilotando ele mesmo o seu helicóptero. José Simão disse: “o filho do Maluf não foi preso pela PF, foi preso pela TV” (ver Súmula Vinculante 11 do STF).


2009, MPF X Maluf  prefeito de São Paulo (1969-1973),  supostos fatos ocorridos no regime militar, passados 39 anos, acusação leviana e ridícula. 2010, Maluf é incluído em “lista vermelha” da Interpol ??? Conclusão: contra Maluf “a força das falsas acusações não derivam do seu conteúdo, mas sim na aposta da sua repercussão” Em 2006 foi eleito deputado federal com exatos 739.827 mil votos, em todos os 645 municípios e nas 77 mil urnas do Estado, maior votação nominal do país. Entrou na pauta do Congresso Nacional para aprovação o PL 265/07 a Lei Maluf “se ficar provada a responsabilidade de quem ajuíza (ACP) ação civil pública, popular e de improbidade temerária, com má-fé, manifesta intenção de promoção pessoal ou visando perseguição política”


Absolvido pela Justiça (transitado em julgado) o acusado indevidamente requer a regressão da ACP, com a criminalização, punição e indenização por danos morais, pessoal e por perseguição política. Não é lei da mordaça do MP ou de popular, mas apenas o uso responsável da lei.

                                                                 João Tavares é assessor parlamentar

                                                                 do deputado federal Paulo Maluf PP-SP

 



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