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E Você, não vive sem o quê? 

Wednesday, June 16, 2010 12:58:45 PM

O que é que não dá pra viver sem? Paz? Família? Sem acompanhar o jogo do sou time preferido, ou sem passar um dia de calor na praia? O que é indispensável para se viver, entre as coisas simples e as ambições mais ousadas? Foi pensando nisso que, em junho, a Unimed Santa Bárbara d’Oeste, Americana e Nova Odessa realizou o lançamento de seu novo vídeo institucional, com o tema “E você, não vive sem o quê?”. A peça, com 60 segundos de duração, faz um apanhado sobre as coisas simples da vida, que fazem parte do dia-a-dia de cada pessoa, sem a qual não é possível viver, tais como respirar, comer, amar, esporte, qualidade de vida, saúde, entre outros. Com foco na conquista da felicidade através de pequenas realizações, e o prazer de se viver criado através das realizações do cotidiano, o vídeo direciona nossa atenção para as coisa que, com o passar do tempo, vão tornando-se parte fundamental da vida e da felicidade, muita vezes sem percebemos.

 

Estreado na 24ª Festa do Peão de Americana, a segunda maior festa do gênero no país, e veiculado nas emissoras de TVs e rádios locais, o VT procura transmitir o cuidado que a cooperativa tem com a humanização de seu atendimento e serviços prestados à seus usuários, atenta às necessidades que contribuem para a construção de uma vida feliz e consequentemente saudável, através das realizações rotineira, e interessada em manter um relacionamento mais próximo com cada usuário.

 

O lançamento do vídeo inovou também o slogan da cooperativa, que passou a ser “Não dá pra viver sem saúde”, substituindo o anterior “Viver bem. Este é o nosso plano”, o que aumenta o comprometimento da cooperativa com a questão humana na execução de suas atividades, focada no incentivo ao bem estar e na pratica constante de hábitos saudáveis como parte integral da rotina diária de cada um.  

 

“O novo slogan da Unimed é fruto do perfil da nossa carteira de usuários. A grande maioria dos nossos clientes estão com a gente a mais de dez anos. São pessoas fieis a Unimed e não vivem mais sem nossos serviços. Isso aumenta nossa responsabilidade e nos faz trabalhar ainda mais forte para que possamos continuar a ter a confiança da maioria da população brasileira!”declarou Ricardo Molina, Superintendente de Negócios, Produtos e Marketing da Unimed Santa Bárbara d’Oeste, Americana e Nova Odessa.

 

E você, não vive sem o que? O tempo passa e tem coisas que se tornam parte da nossa vida. A Unimed é uma delas.

Clique aqui e assista ao novo vídeo para saber por quê.


re: E Você, não vive sem o quê?

Sunday, July 11, 2010 12:40:56 PM Priscila

Descriminalização da maconha
Ao abordarmos temas assim, a população se choca, sem realmente saber a verdade sobre uma planta que não só traz benefícios ao planeta como aos que o habitam. A mídia e o sistema manipulam os indivíduos, dessa forma, mostrando aos mesmos só aquilo que lhe trará capital, proporcionando a população uma capacitação menor e mascarando a realidade. A cannabis, popular maconha no Brasil é dita e vista por muita como DROGA, porém essa visão que a sociedade sustenta é inadmissível.O cultivo dessa erva é como a de qualquer outra,planta-se a semente e após seu desenvolvimento,a planta torna-se útil para melhoria na saúde,como em doenças crônicas,aids,cânceres e outros, além de estimular potencialidades humanas não exploradas em função de uma rotina repetitiva e cansativa. Outra aplicação se da por meio do cânhamo, que pode ser utilizado na economia de paises produzindo plásticos, etanol, suplemento nutricional, energia renovável e até casas, tudo biodegradável.
Segundo estudos de renomadas instituições de pesquisas cientificas a substancia que desestimulam a utilização de entorpecentes prejudiciais a saúde, o uso da cannabis pode beneficiar e suspender os usos desses tóxicos, crack e cocaína.
Todas essas informações fogem do alcance dos cidadãos,ao passo que muitos dos preconceitos e invenções que orbitam sua legitimação,bem como alegar que seus efeitos provocam overdose,problemas de saúde entre outros.Com seu uso perpassando a milhares de anos e diversas civilizações de grau cultural e social muito elevados,até mesmo quando comparados ao nosso,não ha registro histórico de um óbito.

 

Priscila Costa,17 anos,estudante,Nova Odessa

 


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