Postos Texaco mudam para Ipiranga
Os postos da rede de combustíveis Texaco no Brasil, comprados pelo grupo Ultra, passam a usar a bandeira da rede Ipiranga durante os próximos cinco anos. As primeiras alterações na região acontecem este semestre. A aquisição custou R$ 1,161 bilhão ao grupo Ultra. Junto com a compra, a Ultra ficou com o direito de uso da marca Texaco nos próximos cinco anos.
Anos atrás, houve a compra da Ipiranga pela Ultra e pela Petrobras e os postos Ipiranga foram divididos entre as compradoras --Sul e Sudeste com a Ultra e Norte, Nordeste e Centro-Oeste com a Petrobras-- e a estatal ficou com o direito do uso da marca até março de 2012, quando passarão a usar a bandeira BR.
Cosan vende setor de combustível de aviação à Shell
O Grupo Cosan comunicou no final de maio a venda do negócio de combustíveis de aviação da Cosan Combustíveis e Lubrificantes, nova denominação da Esso Brasileira de Petróleo, para a Shell Brasil por US$ 75 milhões (aproximadamente R$ 150 milhões).
De acordo com comunicado divulgado ao mercado, a transação deve ser finalizada em 30 dias e foi motivada pelo fato de a venda de combustível de aviação, com presença nos sete principais aeroportos do País, não ser considerada prioritária para a companhia, com forte atuação no setor sucroalcooleiro. No ano passado, a Cosan adquiriu as operações da Esso no País.
Cosan compra Nova América- Açúcar União
Do blog do Lauro Jardim (Veja) A Cosan acaba de comprar o Nova América, um dos maiores grupos do setor sucroalcooloeiro do país, dono do tradicionalíssimo Açúcar União, líder no mercado brasileiro, entre outras marcas. Com a aquisição, a Cosan acrescenta 10,6 milhões de toneladas anuais à sua capacidade de 60 milhões de toneladas anuais. Um gigante que ficou maior ainda, portanto.
As negociações entre Cosan e Nova América começaram no final do ano passado. Eram dois gigantes conversando, mas um deles de perna quebrada: o Nova América, apesar do tamanho, de boas marcas no portfólio e da liderança em alguns mercados, estava afogada
em dívidas. Incluindo os financiamentos com o BNDES, devia 1,1 bilhão de reais.
Em paralelo à compra, a Cosan já está renegociando o passivo com os bancos credores. Pelo que está sendo acordado, a Cosan começa a quitar as pendências em 2014. Em menos de um ano é a segunda grande tacada da Cosan, comandada pelo polêmico Rubens Ometto: em abril de 2008, Ometto comprou as operações da Esso no Brasil por 826 milhões de dólares.