Chico participa da inauguração do Importômetro
Tuesday, January 17, 2012 8:22:17 PM
O dep. est. Chico Sardelli (PV), coordenador da Frente Parlamentar em Defesa do Setor Têxtil e de Confecção do Estado de São Paulo, participou hoje (17) em São Paulo do lançamento da campanha “Moda Brasileira: Eu uso, Eu assino!”. No evento também foi inaugurado o Importômetro, ferramenta que mostrará em tempo real quantos empregos são perdidos a cada centavo de dólar de importação de têxteis e confeccionados.
Essa é uma ação inédita de mobilização nacional em favor do fortalecimento das empresas e em defesa dos empregos no setor, promovida pela Abit (Associação Brasileira da Indústria Têxtil) e Sinditêxtil-SP (Sindicato das Indústrias Têxteis de São Paulo). Ao lado da indústria de calçados, as fábricas de tecidos e as confecções brasileiras estão entre as que apresentam maior déficit na balança comercial. De acordo com a Abit, a cada segundo são importados US$ 214 de têxteis e confeccionados. Em consequência, a cada minuto, um emprego deixa de ser gerado no País.
Outro objetivo da campanha é colher o máximo possível de assinaturas para ser levado ao Congresso Nacional um pedido de tratamento especial visando um regime tributário competitivo para a confecção. Chico Sardelli destacou durante a solenidade que a cadeia têxtil e de confecção é fundamental para a economia do País, lembrando a grande concentração dessas empresas no Estado de São Paulo. “Essa mobilização iniciada hoje se faz necessária diante do atual quadro do setor têxtil, que não está crescendo, mas perdendo muitos empregos”.
O deputado citou a atuação da Frente Parlamentar, em conjunto com sindicatos patronais e trabalhadores, para a redução da alíquota do ICMS de 12% para 7% para produtos da cadeia têxtil, assim como para prorrogação desse benefício até 2012. “Somos competitivos, temos um parque têxtil moderno que incorpora novas tecnologias e cujo grande diferencial é a capacidade de desenvolver produtos e serviços com mão-de-obra competente e treinada, além de um enorme potencial gerador de empregos. Hoje o Brasil sofre por não ter as mesmas variáveis competitivas de outros países, o que faz com que fiquemos em desvantagem”, considerou.