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    <title>Opinião</title>
    <link>http://www.novomomento.com.br/opiniao.aspx</link>
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    <copyright>Copyright 2006 Blog Author</copyright>
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      <title>Tigre volta a sorrir - por Chico Sardelli</title>
      <link>http://www.novomomento.com.br/tigre-volta-a-sorrir-por-chico-sardelli.aspx</link>
      <pubDate>Wed, 08 Feb 2012 16:40:03 GMT</pubDate>
      <guid>http://www.novomomento.com.br/tigre-volta-a-sorrir-por-chico-sardelli.aspx</guid>
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      <description><![CDATA[<p>O Rio Branco Esporte Clube tem em sua história momentos de altos e baixos, com muitas campanhas vitoriosas e outras vezes, infelizmente, com seguidas derrotas numa temporada ruim. O ano de 2011 foi triste para os riobranquenses, que viram seu time do coração ser rebaixado pela primeira vez para a série A3 do Campeonato Paulista. Mas 2012 começou com uma nova perspectiva.</p>
<p>O campeonato iniciado no final de janeiro já apresenta bons resultados, pavimentando o caminho do Tigre rumo à série A2 e dando à torcida um novo ânimo. Estou acompanhando os jogos do Rio Branco e fico feliz em ver a presença de antigos e novos torcedores, alguns que ainda eram crianças quando o time chegou à 1ª Divisão no início da década de 90.</p>
<p>Essa união de forças da torcida mais a reformulação que vem sendo realizada pela diretoria e o apoio do prefeito Diego De Nadai a esse projeto de resgate do clube permitem com que o Tigre volte a sorrir. Com a municipalização e as reformas executadas no Estádio Décio Vitta, o prefeito tem ajudado o Rio Branco nesses momentos de dificuldades e, com uma visão futurista, projeta trazer grandes competições e eventos esportivos para a cidade. Elevando o nível do nosso estádio, Americana é uma das candidatas a centro de treinamento para a Copa do Mundo de 2014 e objetiva receber umas das 32 seleções que disputarão o principal evento futebolístico do mundo.</p>
<p>Fico feliz em ver novamente a torcida no estádio, dando sua força para que o alvinegro americanense retorne à elite do futebol paulista em 2013, ano de comemoração do seu centenário, grande sonho de todos os seus torcedores. O antigo e oficial hino do Rio Branco, de autoria do amigo Cláudio Froner, reflete bem a tradição que o clube representa e que não pode ser perdida.</p>
<p>Citando apenas um trecho: “Alvinegro imponente / Lutando com a bola nos pés / És orgulho dessa gente / Que te ama, e que te quer / Tua raça e tua luta / Não há adversário que resista&#160; / É o meu clube querido / Salve o tigre da paulista”. Vemos o verdadeiro futebol do Rio Branco voltando a sorrir. Que a determinação, força e agilidade, características do tigre, seu mascote, continuem a fazer parte da trajetória do Rio Branco, que merece voltar à 1ª Divisão.</p>
<p><i>Chico Sardelli, deputado estadual (PV) e ex-presidente do Rio Branco</i></p><br /><br /><a href='http://www.novomomento.com.br'>Blog Author</a>&nbsp;&nbsp;<a href='http://www.novomomento.com.br/tigre-volta-a-sorrir-por-chico-sardelli.aspx'>...</a>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>E AGORA AMERICANA? por Omar Najar</title>
      <link>http://www.novomomento.com.br/e-agora-americana-por-omar-najar.aspx</link>
      <pubDate>Sat, 04 Feb 2012 14:23:56 GMT</pubDate>
      <guid>http://www.novomomento.com.br/e-agora-americana-por-omar-najar.aspx</guid>
      <comments>http://www.novomomento.com.br/e-agora-americana-por-omar-najar.aspx</comments>
      <description><![CDATA[<p><span style="font-size: 16pt"><span style="font-size: small"><span style="font-family: Arial">Como cidadão americanense, sinto-me na obrigação de manifestar a minha preocupação com a atual situação de Americana. Vamos aos fatos. De acordo com o balanço oficial da Prefeitura de Americana publicado em 30/01/2012, a receita corrente líquida do município saltou de R$ 328&#160;milhões&#160;em 2008&#160;para R$ 525 milhões em 2011 graças aos aumentos de IPTU/&#160;Taxa de Iluminação/ Outorga Onerosa/ Taxas e Emolumentos/ Alvarás/ Água e Esgoto/ etc.&#160;Os números demonstram que o aumento da arrecadação foi <b>expressivo</b>. Apesar dessas evidências é incontestável que houve falta de qualidade nos investimentos nas áreas&#160;que mais exigem recursos, tais como: saúde, educação, habitação e infraestrutura urbana. Chama ainda a atenção, no quadro de evolução financeira do governo municipal, o montante da dívida, que está em mais de R$ 400 milhões, sendo que destes, R$ 168,5 milhões são dívidas já vencidas&#160;junto a fornecedores e serviços terceirizados da prefeitura e que vencem a curto prazo. &#160;Dessa forma, é razoável admitirmos que esse quadro é grave e deixa a prefeitura impedida de realizar&#160; investimentos em serviços&#160;que oferecem&#160;bem estar&#160;aos cidadãos. Faltam vagas nas&#160;creches, saneamento básico, moradias, asfalto, médicos, remédios, segurança, etc.</span></span></span></p>
<p><span style="font-size: small"><span style="font-family: Arial">Tal realidade demonstra, infelizmente, que nossa cidade tem sido vítima da falta de planejamento e gestão, trazendo outros problemas sérios para cidade, ou seja, hoje&#160;Americana&#160;não tem&#160;a Certidão Negativa de Débitos,&#160;ficando sem condições de receber verbas estaduais e federais.</span></span></p>
<p><span style="font-size: small"><span style="font-family: Arial">Outra constatação que nos espanta é a dívida de R$ 168 milhões a curto prazo, que&#160;somada à folha de pagamentos dos funcionários públicos em 2012 no valor de R$ 290 milhões, chega a um total de R$ 458 milhões, o que&#160;compromete quase&#160;toda a receita&#160;do orçamento deste ano.&#160; Resta-nos perguntar, como será possível manter o custeio da máquina municipal quanto a&#160;alimentação, limpeza pública, alugueis de imóveis, combustível para os veículos, etc. Não podemos continuar sob o clima de incerteza quanto aos rumos da cidade, que causa intranqüilidade a&#160;todos os americanenses.&#160; Ao contrário do que poucos eventualmente possam pensar, desejo que o prefeito e&#160;seus vereadores&#160;tenham lucidez e sabedoria nas correções necessárias, visando ao interesse do nosso município.</span></span></p>
<p><span style="font-size: small"><span style="font-family: Arial">Omar Najar</span></span></p><br /><br /><a href='http://www.novomomento.com.br'>Blog Author</a>&nbsp;&nbsp;<a href='http://www.novomomento.com.br/e-agora-americana-por-omar-najar.aspx'>...</a>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Não aprenderam nada, nem esqueceram nada...</title>
      <link>http://www.novomomento.com.br/não-aprenderam-nada-nem-esqueceram-nada.aspx</link>
      <pubDate>Tue, 24 Jan 2012 12:36:23 GMT</pubDate>
      <guid>http://www.novomomento.com.br/não-aprenderam-nada-nem-esqueceram-nada.aspx</guid>
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      <description><![CDATA[<p><i><span style="font-size: smaller"><span style="font-family: Arial"><span style="line-height: 115%">Por Orestes Camargo Neves</span></span></span></i></p>
<p><span style="font-size: small"><span style="font-family: Arial"><span style="line-height: 115%">O ex-ministro Roberto Campos dizia que “Se derem um circo para o governo tomar conta, o anão começa a crescer!”. Dizer que o setor público é incompetente e indolente é um discurso de quem nunca esteve dentro dele. Para alguém chegar ao serviço público é necessário passar por um disputado concurso público, onde os mais preparados são os selecionados. Por outro lado, se os gestores de plantão enchem de apadrinhados para ocupar os cargos em comissão, a culpa não é do serviço público em si, mas da cultura patrimonialista enraizada em nossa política.</span></span></span><span style="line-height: 115%; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt"><o:p></o:p></span></p>
<p><span style="font-size: small"><span style="font-family: Arial"><span style="line-height: 115%">Dentre os maiores engodos que as nossas esquerdas conservadoras tentam nos fazer acreditar é que, na prática, uma empresa estatal é um patrimônio público. Seria verdade se o estado estivesse a serviço do cidadão e não o inverso como o que acontece nesse país. Você tem que pagar altos impostos para que o mesmo estado te devolva bons serviços públicos, entretanto, o que vemos é um poder público que, proporcionalmente, investe mais em vigiar sua renda/patrimônio do que em fornecer segurança pública, educação, transporte público, saúde e outras atribuições estatais com razoável qualidade.</span></span></span></p>
<p><span style="font-size: small"><span style="font-family: Arial"><span style="line-height: 115%">Se o que lhe é atribuído como principal função, o governo não consegue fazê-lo com competência, imagine quando ele se mete a ser empresário, então!<span style="mso-spacerun: yes">&#160; </span>Levando em conta que 60% das empresas brasileiras não conseguem chegar aos cinco anos de vida, sendo dirigidas por acionistas que investiram seus próprios recursos, imaginem se a gestão da empresa for feita por políticos e seus lacaios? Pior que isso: a cada quatro ou oito anos pode acontecer uma mudança geral nos gestores e na própria filosofia administrativa! Só para lembrar: a Petrobrás criou nos anos 70, uma empresa – a Interbrás – para negociar seu comércio exterior e, dentre outras aberrações, seus diretores do escritório em Londres tinham polpudos salários de até dez mil libras esterlinas, livres de despesas de habitação, transporte e alimentação. Algumas estatais chegavam a pagar 16 salários anuais, enquanto que os brasileiros tinham que dormir ao relento durante diversos na fila ou pagar uma fortuna para ter uma linha de telefone fixo. A Vale do Rio Doce e a CSN eram deficitárias. A Petrobrás, quando monopolista, não produzia nem o suficiente para o consumo nacional...</span></span></span></p>
<p><span style="font-size: small"><span style="font-family: Arial"><span style="line-height: 115%">Uma pergunta: quando a Petrobrás distribuiu dividendos aos brasileiros? Ela é nossa? Nossa de quem, cara pálida?</span></span></span><span style="line-height: 115%; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt"><o:p></o:p></span></p>
<p><i><span style="font-size: small"><span style="font-family: Arial"><span style="line-height: 115%; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: EN-US; mso-bidi-language: AR-SA">Orestes Camargo Neves</span></span></span></i></p><br /><br /><a href='http://www.novomomento.com.br'>Blog Author</a>&nbsp;&nbsp;<a href='http://www.novomomento.com.br/não-aprenderam-nada-nem-esqueceram-nada.aspx'>...</a>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Educação: parceria entre pais e professores!, por W Zigarti</title>
      <link>http://www.novomomento.com.br/educação-parceria-entre-pais-e-professores-por-w-zigarti.aspx</link>
      <pubDate>Sun, 22 Jan 2012 21:37:07 GMT</pubDate>
      <guid>http://www.novomomento.com.br/educação-parceria-entre-pais-e-professores-por-w-zigarti.aspx</guid>
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      <description><![CDATA[<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: left;" class="ecxwestern"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial;">Nas  reuniões de pais das escolas em que leciono, gosto de conversar  individualmente com cada pai, mãe ou responsável pelos alunos, para que  eu possa traçar o perfil das famílias, de modo a tentar compreender a  personalidade dos discentes. Com raríssimas exceções, o aluno é espelho  da estrutura familiar em que está inserido, refletindo atitudes e  comportamento de seus genitores.</span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: left;" class="ecxwestern"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial;">Não é  raro sermos procurados por pais, muitas vezes desesperados por não  saberem como conduzir o processo de educação informal de seus rebentos,  queixando-se da postura inadequada deles em casa. Ora, atribuir  unicamente ao professor e à escola a condução integral do processo  educativo é atestar o despreparo na criação dos filhos. Certo dia,  assistindo a uma explanação de Mário Sérgio Cortella, grande disciplino  do gênio Paulo Freire, iniciei uma reflexão sobre as mudanças negativas  ocorridas nas famílias nas últimas décadas e o distanciamento entre pais  e filhos. Há vinte anos atrás, geralmente havia um único aparelho  televisor em cada casa, o que obrigava toda a família a sentar-se junta  no sofá e interagir, mesmo que fosse durante os intervalos comerciais  dos programas. Pais e filhos tinham por hábito realizar as refeições  juntos. Havia proximidade, calor humano e vivência coletiva.   Era comum (sem apologia ao “machismo), após as refeições, as meninas  auxiliarem suas mães com a louça, enquanto um irmão menor era  encarregado de enxugá-la, todos observados pelos olhos carinhosos do  pai. Após o jantar, os pais auxiliavam, na medida de suas  possibilidades, os filhos com as tarefas escolares, demonstrando  interesse pela vida acadêmica de suas crias.</span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: left;" class="ecxwestern"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial;">Hoje,  costumo dizer que vivemos a era “tatu”, onde cada membro da família,  influenciado pelo amplo acesso à tecnologia, isola-se em sua “toca”, seu  quarto, onde dispõe de sua própria TV, computador, aparelho de som, e  de onde não sai sequer para realizar as refeições. A interação entre  pais e filhos foi reduzida a poucos minutos diários. O calor humano  dissipou-se. Muitos pais e mães perdem horas em frente à TV, assistindo  todas as novelas da emissora, mas não conseguem quinze minutos para  olhar o caderno de seus filhos. Os pais não abraçam mais suas crianças,  não lhes fazem cafuné ou lhes beijam. É tudo tão frio e individualista,  que acaba por formar jovens despreparados para conviverem em harmonia  social.</span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: left;" class="ecxwestern"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial;">Pais,  olhem com carinho para os seus filhos. Mantenham, com eles, um diálogo  diário! Questionem sobre as atividades escolares. Olhem os cadernos.  Demonstrem interesse por aquilo que eles produzem! O processo educativo é  uma grande parceria, onde pais exercem relevante papel!</span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: left;" class="ecxwestern"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial;">&#160;</span></span></p>
<p align="right" style="margin-bottom:0cm" class="ecxwestern">Wellington Zigarti</p>
<p align="right" style="margin-bottom:0cm" class="ecxwestern">Professor, Advogado e Jornalista</p>
<p align="right" style="margin-bottom:0cm" class="ecxwestern">Membro do Conselho Municipal de Educação</p><br /><br /><a href='http://www.novomomento.com.br'>Blog Author</a>&nbsp;&nbsp;<a href='http://www.novomomento.com.br/educação-parceria-entre-pais-e-professores-por-w-zigarti.aspx'>...</a>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Guarda Civil Municipal, por Eliel Miranda</title>
      <link>http://www.novomomento.com.br/guarda-civil-municipal-por-eliel-miranda.aspx</link>
      <pubDate>Wed, 18 Jan 2012 23:31:18 GMT</pubDate>
      <guid>http://www.novomomento.com.br/guarda-civil-municipal-por-eliel-miranda.aspx</guid>
      <comments>http://www.novomomento.com.br/guarda-civil-municipal-por-eliel-miranda.aspx</comments>
      <description><![CDATA[<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial;">Qual é a atribuição de uma Guarda Civil Municipal? Qual é o treinamento que seus integrantes possuem? Qual é a escolaridade exigida para o ingresso neste cargo? A Guarda Civil Municipal e a Polícia Militar são iguais? Quais são as leis que autorizam a criação das Guardas Civis Municipais?<br />
As respostas destas perguntas não são dominadas por grande parte da população. Embora seja possível afirmar que o desconhecimento também atinge grande parte da mídia e de integrantes das instituições de Segurança Pública.<br />
Como acredito no bom debate e na propagação da informação correta resolvi lançar esboços destas respostas, pelo menos um norte a ser seguido. São de extrema ignorância certos comentários feitos por pessoas que possuem falsa autoridade no assunto ou simplesmente um microfone e um horário na televisão.<br />
A Guarda Civil Municipal é uma instituição de Segurança Pública, pois é disciplinada na Constituição Federal no capítulo da Segurança Pública, artigo 144, parágrafo 8°. Sua criação não é um dever, mas uma faculdade do Poder Executivo Municipal. Traduzindo, se um Prefeito quiser pode criá-la, mas não é obrigado.<br />
Segundo a maior das leis, a Guarda Civil Municipal quando existente deve cuidar de bens, serviços e instalações.<br />
Dentre os bens incluem o patrimônio do Município, tanto um veículo que serve de ambulância como um prédio de uma escola municipal. Mas não é só patrimônio público. Caso fosse deveríamos concluir que o Guarda Municipal deve proteger a ambulância, mas não o seu motorista. Logo, se um ladrão viesse roubar este veículo a “obrigação” seria proteger o bem público municipal e não a vida deste motorista. O Guarda Municipal nesse caso não teria atribuição, portanto deveria ligar para a Polícia Militar.<br />
O maior bem do Município são os seus cidadãos. A proteção da vida e da integridade do munícipe é o grande interesse, pois seria uma incoerência proteger “o menor bem” que é a propriedade e virar as costas “para a proteção da vida”. Caso pensássemos ao contrário estaríamos desprotegendo o munícipe e prestigiando o ladrão, o assassino, o estuprador e outros agressores da sociedade, que tanto perturbam a paz social.<br />
A Guarda Civil Municipal também deve cuidar das instalações públicas, tais como os computadores e as redes de energia elétrica. Por fim deve olhar igualmente pelos serviços que são prestados no Município, ainda que feitos por permissionárias ou concessionárias, como é o caso do serviço de transporte coletivo.<br />
A disciplina e a regulamentação do tema Guarda Civil Municipal interessa tanto ao Governo Federal, que o Ministério da Justiça publicou uma diretriz contendo o currículo de matérias exigidas no curso de formação de novos agentes e para a atualização dos antigos membros. Os concursos públicos estão cada vez mais concorridos. No mínimo é exigido ensino médio completo. O salário está longe do ideal, mas não está entre os menores.<br />
<br />
Existe uma grande confusão por parte da comunidade ao misturar Guarda Civil Municipal com Polícia Militar. As duas instituições trabalham na área de Segurança Pública, mas possuem características diferentes. A Polícia é estadual, possui uma hierarquia bastante acentuada (são mais de dez postos entre o soldado e o coronel). É militar e quase sempre seus integrantes trabalham em lugares diferentes de onde nasceram. A Guarda é municipal, como o próprio nome sugere, possui uma hierarquia baseada na “educação” e a grande maioria dos seus integrantes possui um vínculo afetivo com a cidade, pois ou nasceram aqui ou residem há muito tempo.<br />
No campo das atribuições também é diferente. A Polícia Militar é órgão de criação obrigatória. Atua na área de Segurança Pública, mas não possui exclusividade no patrulhamento ostensivo (andar pela cidade com viaturas e homens fardados). Possui armamento específico e de uso restrito aos seus integrantes. É uma instituição imensa com trabalhos interessantíssimos quer seja na área no embate com criminosos, quer seja na área social.<br />
Tanto a Guarda Civil Municipal como a Polícia Militar em Santa bárbara d’Oeste cuidam da fiscalização e da orientação dos condutores e pedestre no trânsito.<br />
Às vezes ouvimos, quando em atendimento de ocorrências, que não podemos fazer tal fiscalização, tomar certas atitudes, nem combater o crime. Penso que estes comentários são incoerentes e desprovidos de inteligência. Todo cidadão de bem deve agradecer a fiscalização. É sinal de que a prevenção está sendo feita. As Guardas Civis Municipais atendem quantas ocorrências por dia em todo Estado de São Paulo? As que ocorrem tristes desfechos são mínimas, mas as conseqüências catastróficas.<br />
Estas ocorrências servem de combustível para noticiários apelativos. O pior é que as pessoas que são chamadas para tecerem comentários não são integrantes da Guarda Civil Municipal. Será que estes não seriam os mais indicados para comentarem sobre suas atribuições e sobre os erros cometidos por sua corporação?<br />
É preciso entender que o salário do Guarda Civil Municipal vai continuar o mesmo caso ele tire um gato de cima da árvore ou combata o tráfico ilegal de drogas. Quem perde é a comunidade. Quantos agressores da sociedade não foram presos pelas Guardas Civis Municipais neste ano que passou?<br />
É necessário melhorar as Guardas Civis Municipais, não sucateá-las. Na parte da estrutura se faz imperioso comprar armas não letais e letais, viaturas, fardamentos. Na parte de material humano incentivar o estudo (já é obrigatório cursos de atualização profissional), o refinamento do tratamento com o munícipe, o desenvolvimento de habilidades e uma oportunidade de crescimento profissional com o passar dos anos.<br />
Quem acha que a Guarda Civil Municipal não trabalha corretamente ou que extrapola suas atribuições legais, deve experimentar buscar referências junto daqueles que foram ajudados por esta instituição de Segurança Pública municipal.<br />
Cumpre frisar que existem inúmeros projetos de lei que visam regulamentar a situação jurídica das Guardas Civis Municipais. Todos fora da pauta de votação. Por quê? Há por parte dos legisladores desinteresse? Conflitos de interesses? Ou simplesmente desprezo pela questão?<br />
O telefone de atendimento das Guardas Civis nos Municípios é quase sempre 153. Mas em poucas cidades ele é gratuito, quase sempre ele é tarifado. A justificativa é de que a Guarda Civil Municipal é um órgão de utilidade pública e não de emergência. <br />
A discussão é interessante e deve ser fomentada. Todo cidadão tem o direito de saber as leis que regem as instituições de Segurança Pública. A Guarda Civil Municipal luta por um espaço que não está preenchido por ineficiência do Estado. Cabe a comunidade encampar a luta ou se posicionar de forma contrária.<br />
A truculência, os desmandos e toda ordem de violência empregada em nome da ordem pública, sem justificativa plausível, dever ser repelida. A Guarda Civil Municipal não compactua com violações dos direitos e garantias fundamentais.<br />
Enfim, a Guarda Civil Municipal surgiu para ajudar os cidadãos. Tem um estilo próprio. Suas atividades são feitas na intenção de melhorar o convívio dos cidadãos em sociedade. Tudo o que for dito fora disso não deve ser levado a sério.</span></span><br />
<br />
Eliel Miranda, Secretário de Segurança Pública, Trânsito e Defesa Civil em Santa Bárbara d’Oeste. Colaborador do site novo Momento.<br />
&#160;</p>
<p>&#160;</p><br /><br /><a href='http://www.novomomento.com.br'>Blog Author</a>&nbsp;&nbsp;<a href='http://www.novomomento.com.br/guarda-civil-municipal-por-eliel-miranda.aspx'>...</a>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Texfibra. Tempo para aprender! por Antonio Martins</title>
      <link>http://www.novomomento.com.br/texfibra-tempo-para-aprender-por-antonio-martins.aspx</link>
      <pubDate>Mon, 16 Jan 2012 20:26:01 GMT</pubDate>
      <guid>http://www.novomomento.com.br/texfibra-tempo-para-aprender-por-antonio-martins.aspx</guid>
      <comments>http://www.novomomento.com.br/texfibra-tempo-para-aprender-por-antonio-martins.aspx</comments>
      <description><![CDATA[<p><span style="font-size: small"><span style="font-family: Arial">Depois de muitos anos no movimento sindical a gente vai se acostumando com tudo e com todo tipo de empresário. Mas ainda continuamos tento a capacidade de ficar indignados. E este é o termo apropriado para nos referirmos à Texfibra e o seu gestor, Sr. Walter: ficamos indignados!</span></span><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt"><o:p></o:p></span></p>
<p><span style="font-size: small"><span style="font-family: Arial">Primeiro a empresa mandou pregar no quadro de avisos um comunicado que cortaria o convênio médico dos dependentes dos funcionários a partir do dia tal. Não houve uma conversa, uma explicação, um dedo de prosa sequer com os funcionários. O que sobrou foi desrespeito com gente trabalhadora, digna, que dedica seu esforço à empresa. Alguns – pasmem – com 20 anos de serviços prestados.</span></span><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt"><o:p></o:p></span></p>
<p><span style="font-size: small"><span style="font-family: Arial">Chamados pelos trabalhadores, lá estivemos. Intermediamos para que retornassem ao trabalho. Reunião foi marcada com a empresa, o São Lucas Saúde e a Comissão de Trabalhadores, que tivemos o cuidado de formar. Nada de proposta. A conversa girou no “ou corto o convênio, ou pagam ou mando embora”.</span></span><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt"><o:p></o:p></span></p>
<p><span style="font-size: small"><span style="font-family: Arial">Tentamos equacionar o problema. Chamamos os trabalhadores para assembléias. Nelas duas coisas puderam ser percebidas: ninguém mais confiava na empresa e tão pouco aceitavam <span style="mso-spacerun: yes">&#160;</span>pagar o convênio, por entenderem que se tratava de um direito adquirido.</span></span></p>
<p><span style="font-size: small"><span style="font-family: Arial">O Sindicato executa a vontade do trabalhador. E a vontade mostrada nas assembléias era ir à Justiça, para garantir o direito ao convênio. Apesar de entendermos que os trabalhadores tinham razão e chances concretas de vitória, ponderamos sobre os riscos de uma ação na Justiça. Às vezes se ganha. Às vezes se perde. A decisão era firme: vamos à Justiça. Fomos.</span></span><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt"><o:p></o:p></span></p>
<p><span style="font-size: small"><span style="font-family: Arial">Duas audiências aconteceram antes do julgamento. Nas duas, a Juíza, conhecedora da indústria têxtil por ter nascido em Americana, abriu prazo para a empresa apresentar proposta ao Sindicato. A Texfibra não fez isso. Tentou coagir os trabalhadores, chamados em pequenos grupos, a aceitar pagar o convênio. Não adiantou. Os funcionários preferiram esperar a decisão da Justiça, que nos foi favorável.</span></span><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt"><o:p></o:p></span></p>
<p><span style="font-size: small"><span style="font-family: Arial">Ato seguinte por parte da empresa: na madrugada após a decisão da Justiça o Setor de RH mandava gente embora, numa represália injustificável. Mais uma vez chamamos os trabalhadores, agora os demitidos. Tínhamos como caminho entrar com pedido de dissídio para anular as dispensas e reintegrar os trabalhadores. Mas eles não quiseram. Preferiram continuar demitidos. E não é porque estejam nadando em dinheiro e com emprego garantido em outro lugar. É porque estas pessoas que foram tratadas com tão pouco respeito, se respeitam.</span></span><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt"><o:p></o:p></span></p>
<p><span style="font-size: small"><span style="font-family: Arial">Quem somos nós para tentar ensinar alguma coisa para alguém. Mas sempre é tempo de mudar e aprender. O gestor da empresa poderia aproveitar toda esta situação e, o exemplo dado pelos trabalhadores demitidos, para se reciclar e rever seus conceitos. Sempre é tempo!</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><i><span style="font-size: small"><span style="font-family: Arial">Antonio Martins</span></span></i></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><i><span style="font-size: small"><span style="font-family: Arial"><span style="mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA">Presidente do Sindicato dos Trabalhadores Têxteis</span></span></span></i></p><br /><br /><a href='http://www.novomomento.com.br'>Blog Author</a>&nbsp;&nbsp;<a href='http://www.novomomento.com.br/texfibra-tempo-para-aprender-por-antonio-martins.aspx'>...</a>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Prefeitura de Americana conserva ideologia da Casa Grande. O prédio não, por V Ghizini</title>
      <link>http://www.novomomento.com.br/prefeitura-de-americana-conserva-ideologia-da-casa-grande-o-prédio-não-por-v-ghizini.aspx</link>
      <pubDate>Wed, 11 Jan 2012 10:46:32 GMT</pubDate>
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      <description><![CDATA[<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial;">Lugares da memória são vestígios materiais, monumentos, obras arquitetônicas, prédios e objetos por meio dos quais a sociedade constrói suas narrativas históricas. Dos grandes fatos sociais aos pequenos acontecimentos cotidianos, a memória é filtrada por expectativas, projeções, paixões e posições políticas. Nenhuma memória, portanto, é neutra.<br />
Assim, quando tratamos da gestão pública dos lugares da memória, cabe pensarmos em duas dimensões a) a preservação e conservação do espaço físico e b) a relação crítica com esses espaços.&#160; A primeira está ligada aos projetos de tombamento, preservação, recuperação e uso que devem ser articulados e geridos pelo poder público. A segunda, às possibilidades de ocupação e diferentes apropriações do contexto que o espaço evoca.&#160; <br />
No caso específico do Casarão do Salto Grande, a verba de R$ 620 mil destinada pelo Ministério do Turismo haveria de dar conta dessa primeira etapa. Até agora nada foi feito.&#160; Nem mesmo a pressão da sociedade civil sensibilizou a Prefeitura de Americana.<br />
Tão preocupante quanto essa situação, no entanto, é a ausência de qualquer discussão que vá além de manter o prédio em pé. Lembremos que a abertura dos campos de concentração nazistas para visitação pública, na Europa, foi acompanhada por um intenso debate para que o espaço não se tivesse função celebratória, mas para que o conhecimento do passado evitasse a repetição dos crimes que ali ocorreram. Aqui mais perto, em São Paulo, o “Museu da Resistência” foi criado no prédio de uma antiga prisão utilizada pela Ditadura civil-militar (1964-84) para encarcerar, torturar e assassinar presos políticos. É exemplo formidável de como o espaço da memória, que em muitos casos serve para justificar a opressão do passado, pode ser usado para que “não ocorra nunca mais”.<br />
Se não cabe exigir da Secretaria de Cultura e Turismo conhecimento da extensa bibliografia sobre o tema, é de se lamentar, no mínimo, a falta de habilidade política para se estruturar projetos que incluam a noção de pertencimento e crítica da memória da cidade. O Casarão Dr. João da Silva Carrão (e seu museu) é um espaço riquíssimo para a população de Americana observar esteticamente. Mas é adequado também para questionarmos as estruturas autoritárias e desiguais de nosso passado.&#160; Quando esquecemos a senzala reproduzimos por omissão a ideologia da Casa Grande.<br />
A Prefeitura de Americana alia o que há de pior em sua política para a memória: a má aplicação de recursos públicos com o pensamento conservador.&#160; <br />
</span></span></p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial;">Vinícius Ghizini, 24 anos, é formado em História (USP) e mestrando em História Social pela Unicamp.<br />
</span></span></p><br /><br /><a href='http://www.novomomento.com.br'>Blog Author</a>&nbsp;&nbsp;<a href='http://www.novomomento.com.br/prefeitura-de-americana-conserva-ideologia-da-casa-grande-o-prédio-não-por-v-ghizini.aspx'>...</a>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>A saga de “São Marcos”, por Ariel Ferreira</title>
      <link>http://www.novomomento.com.br/a-saga-de-“são-marcos”-por-ariel-ferreira.aspx</link>
      <pubDate>Sun, 08 Jan 2012 13:59:18 GMT</pubDate>
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      <description><![CDATA[<p><span style="font-size: small"><span style="font-family: Arial">Para muitos apenas um goleiro, para os amantes de futebol um ídolo, e para os mais apaixonados, um Santo! É assim que podemos definir quando falamos de um dos principais arqueiros da história da Sociedade Esportiva Palmeiras e do futebol mundial.</span></span></p>
<p><span style="font-size: small"><span style="font-family: Arial">O torcedor brasileiro e principalmente do Palmeiras jamais se esquecerá de Marcos Roberto Silveira Reis, o São Marcos, que acaba de anunciar sua aposentadoria como atleta de futebol profissional. Aos 38 anos, o goleiro nascido no município de Oriente saiu do interior paulista para brilhar, principalmente no Oriente do planeta, no Japão, quando foi campeão mundial com a seleção brasileira em 2002.</span></span></p>
<p><span style="font-size: small"><span style="font-family: Arial">Os 20 anos dedicados ao futebol não foram apenas regados de conquistas, pelo contrário, marcado pelas declarações, algumas decepções e diversas contusões, fator preponderante para o fim de sua carreira. Marcos sempre encarnou dentro de si a paixão pelo Palmeiras, mas sua sinceridade, seu jeito humilde e gentil, de um menino que nasceu na roça, não fez se tornar ídolo só da nação palmeirense, mas também dos rivais.</span></span></p>
<p><span style="font-size: small"><span style="font-family: Arial">Marcos deixará saudades ao futebol brasileiro. O torcedor sentirá falta de seus milagres, das suas polêmicas declarações, das suas defesas em cobranças de pênaltis, mas acima de tudo, do seu caráter, humildade e competência. O Brasil perdeu São Marcos!</span></span></p><br /><br /><a href='http://www.novomomento.com.br'>Blog Author</a>&nbsp;&nbsp;<a href='http://www.novomomento.com.br/a-saga-de-“são-marcos”-por-ariel-ferreira.aspx'>...</a>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Publicidade no Governo Municipal, por W Zigarti</title>
      <link>http://www.novomomento.com.br/publicidade-no-governo-municipal-por-w-zigarti.aspx</link>
      <pubDate>Sat, 07 Jan 2012 16:00:12 GMT</pubDate>
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      <description><![CDATA[<p class="ecxwestern" align="justify" style="margin-bottom: 0cm"><span style="font-size: small"><span style="font-family: Arial">Penso sempre no que seria de Americana sem&#160;a imprensa,&#160;que tem exercido, de maneira <em>ad hoc</em>, a função de <em>custus legis</em>, fiscalizando as ações governamentais e o bom uso do erário. Recentemente foi noticiado&#160;que o Executivo Municipal gastará, até o final do mandato, mais 10 milhões de reais em publicidade, totalizando 24 milhões em quatro anos de governo. A pergunta primordial é a seguinte: 24 milhões de reais para divulgar o quê?</span></span></p>
<p class="ecxwestern" align="justify" style="margin-bottom: 0cm"><span style="font-size: small"><span style="font-family: Arial">A Avenida Brasil, cartão postal do município, parece um cenário de guerra, totalmente desfigurada, causando transtornos para os transeuntes, bem como aos comerciantes que amargam bruscas quedas no faturamento, em decorrência da interminável obra. O trânsito está caótico, a poeira causa mal estar nas pessoas que transitam pela via, além do fato de diversos pontos da avenida, apesar dos gastos milionários, ainda apresentarem acúmulo de água.</span></span></p>
<p class="ecxwestern" align="justify" style="margin-bottom: 0cm"><span style="font-size: small"><span style="font-family: Arial">A ampliação do Hospital Municipal está praticamente parada. A obra caminha a passos de tartaruga e constantemente vemos notícias de falta de leitos, bem como ausência de profissionais e de espaço físico. O cidadão que busca socorro nos PAIs (Programa de Atendimento Imediato) muitas vezes não encontra médicos especialistas, como aconteceu com o pai que teve de pedalar mais de 20 quilômetros para obter atendimento para o filho pequeno.</span></span></p>
<p class="ecxwestern" align="justify" style="margin-bottom: 0cm"><span style="font-size: small"><span style="font-family: Arial">Não vou nem tocar no assunto dos buracos da cidade, que por si só renderiam um artigo.</span></span></p>
<p class="ecxwestern" align="justify" style="margin-bottom: 0cm"><span style="font-size: small"><span style="font-family: Arial">No Jaguari, o Posto de Saúde funciona precariamente em um local, onde até pouco tempo, uma maca era usada como mesa de computador. O novo “postinho” está em construção, porém, na mesma velocidade das demais obras. E o que dizer da Casa da Criança do bairro, cuja obra está parada há meses, mesmo havendo grande demanda por vagas na localidade?</span></span></p>
<p class="ecxwestern" align="justify" style="margin-bottom: 0cm"><span style="font-size: small"><span style="font-family: Arial">O servidor celetista, por birra da atual administração, não recebe sua merecida licença-prêmio. Será que o nobre prefeito consegue colocar a cabeça no travesseiro e dormir tranquilo, sabendo que pais e mães de família sofrem pela falta de dinheiro, mesmo tendo direito a receber as referidas licenças? Há alguns dias vi um caso de um servidor que contava com o valor da licença para rebocar sua casa, porém, como as mesmas não estão sendo pagas, teve de mudar para a casa com tijolo à mostra para livrar-se do aluguel. Um bom governante não deveria sensibilizar-se com o sofrimento de seu povo?</span></span></p>
<p class="ecxwestern" align="justify" style="margin-bottom: 0cm"><span style="font-size: small"><span style="font-family: Arial">Será que realmente temos algo para divulgar na mídia nacional que justifique tanto gasto? Enquanto tudo isso ocorre, parece que boa parte da população aliena-se nas “butecarias” da vida, satisfazendo-se com o prazer imediatista. Mas uma coisa é certa: em 2012, ano eleitoral, todas as obras serão inauguradas, explorando a curta memória política do povo!</span></span></p>
<p class="ecxwestern" align="justify" style="margin-bottom: 0cm"><i><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: medium">Wellington Zigarti</span></span></i></p><br /><br /><a href='http://www.novomomento.com.br'>Blog Author</a>&nbsp;&nbsp;<a href='http://www.novomomento.com.br/publicidade-no-governo-municipal-por-w-zigarti.aspx'>...</a>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Uma pausa, uma reflexão e a esperança, por Eliel Miranda</title>
      <link>http://www.novomomento.com.br/uma-pausa-uma-reflexão-e-a-esperança-por-eliel-miranda.aspx</link>
      <pubDate>Sun, 01 Jan 2012 22:10:57 GMT</pubDate>
      <guid>http://www.novomomento.com.br/uma-pausa-uma-reflexão-e-a-esperança-por-eliel-miranda.aspx</guid>
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      <description><![CDATA[<p><span style="font-size: small"><span style="font-family: Arial"><span style="line-height: 115%">O ano de 2011 foi ótimo. A beleza de terminar um ano e começar o outro é a pausa, a reflexão e a bênção da gratidão. Tudo vai começar de novo, mas existirão momentos em 2012 que nos surpreenderão; e muito...</span></span></span></p>
<p><span style="font-size: small"><span style="font-family: Arial"><span style="line-height: 115%">Pode ser que em 2011, ano que agora agoniza no leito da história, você tenha experimentado frustrações, separações, dores emocionais e tédio, porém dificilmente você não sorriu, nem teve conquistas. A vida é uma linda parábola.</span></span></span><span style="line-height: 115%; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt"><o:p></o:p></span></p>
<p><span style="font-size: small"><span style="font-family: Arial"><span style="line-height: 115%">Quando olhamos para este ano e outros que já estão esquecidos, lembramos do bem que recebemos, do amor que tivemos e dos momentos ímpares que permearam as nossas existências.</span></span></span><span style="line-height: 115%; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt"><o:p></o:p></span></p>
<p><span style="font-size: small"><span style="font-family: Arial"><span style="line-height: 115%">Deus foi e ainda é excelente conosco. A incapacidade de ver o bem que recebemos diariamente é uma tremenda perda de oportunidade. O trabalho, a família, a saúde, a paz, a esperança, os sonhos, as conquistas, os abraços e os sorrisos são bens que o Criador nos concedeu. Pode ser que lhe falte algo, mas existem outras tantas coisas que compensam.</span></span></span><span style="line-height: 115%; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt"><o:p></o:p></span></p>
<p><span style="font-size: small"><span style="font-family: Arial"><span style="line-height: 115%">É preciso que conheçamos os nossos limites e possibilidades e que possamos encontrar nosso equilíbrio.<span style="mso-spacerun: yes">&#160; </span>A vida é um contrato de risco, segundo o escritor Augusto Cury, pois precisamos enfrentar os desafios, e não fugir deles. Basta ter fé, e no ano de 2012 tudo dará certo.</span></span></span><span style="line-height: 115%; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt"><o:p></o:p></span></p>
<p><span style="font-size: small"><span style="font-family: Arial"><span style="line-height: 115%">O filósofo Sêneca dizia: “Qualquer mal perde a sua pungência, quando visto pelo prisma da aceitação”. Ele ainda ensinou a alcançarmos a felicidade pessoal, dizendo que “bastava acomodar-se à própria condição e fazer dos limites pessoais a fonte perene de conforto”.</span></span></span><span style="line-height: 115%; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt"><o:p></o:p></span></p>
<p><span style="font-size: small"><span style="font-family: Arial"><span style="line-height: 115%">Buscamos e desejamos manter no novo ano a paz de espírito, a paz com os amigos, com a consciência e com o mundo. É necessário para isso que passemos a tratar os outros como gostamos de ser tratados. Essa lição é a de Jesus. Devemos ter amor para com os outros.</span></span></span></p>
<p><span style="font-size: small"><span style="font-family: Arial"><span style="line-height: 115%">Desejo que em 2012 Santa Bárbara tenha muitas conquistas, que o povo continue sendo amigo e hospitaleiro, fazendo jus ao apelido de “terra da amizade”.<span style="mso-spacerun: yes">&#160; </span>Desejo a todos daqui e de outras cidades um ano cheio de esperança.</span></span></span></p>
<p><span style="font-size: small"><span style="font-family: Arial"><span style="line-height: 115%">Por fim, deixo um verso do livro de Eclesiastes, verso 11: “Não é o mais veloz que ganha a corrida, nem é o mais forte que vence na batalha. O pão não é para os mais sábios, nem a riqueza para os mais inteligentes, nem o favor para os mais cultos, porque tudo depende do tempo e do acaso”. Feliz 2012, onde estarão todas as oportunidades, bênçãos e a felicidade que cada um merece. Abraço.</span></span></span></p>
<p><i><span style="font-size: small"><span style="font-family: Arial"><span style="line-height: 115%; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: EN-US; mso-bidi-language: AR-SA">Eliel Miranda, colaborador do site NovoMomento</span></span></span></i></p><br /><br /><a href='http://www.novomomento.com.br'>Blog Author</a>&nbsp;&nbsp;<a href='http://www.novomomento.com.br/uma-pausa-uma-reflexão-e-a-esperança-por-eliel-miranda.aspx'>...</a>]]></description>
    </item>
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