Economia

Como empresas brasileiras podem atingir o mercado global?

Desafios e oportunidades

Publicado em 2018-07-10 10:13:37 Atualizado em 2018-07-10 10:13:54 (216 visualizações)
Em encontro do Comitê de Tecnologia e Inovação da Amcham Curitiba, o CEO da HAG Consulting & Ventures, Rodrigo de Alvarenga, comentou sobre desafios e oportunidades para empresas nacionais que querem atingir mercados estrangeiros

A competitividade é um ponto sensível em todos os debates sobre o empreendedorismo no Brasil. A realidade do país é de menos produtividade e competitividade, mesmo quando comparada à de outros países em desenvolvimento. Em palestra no Comitê de Tecnologia e Inovação da Câmara Americana de Comércio (Amcham-Curitiba), o CEO da HAG Consulting & Ventures, Rodrigo de Alvarenga, não fugiu aos fatos, mas destacou que o momento é também de oportunidades para as empresas dispostas a se reinventar. A venture builder trabalha com análises amplas de negócios, ajustando elementos e processos para que empresas nacionais se tornem aptas a competir em condições de igualdade no mercado global.

Para se preparar para o futuro, Alvarenga destacou que os empreendedores do país têm de esquecer alguns mitos, como “o mercado brasileiro é muito grande, por isso não é necessário explorar outros mercados” ou “é preciso dominar o mercado nacional antes de buscar o mercado global”. O mentor e investidor, com diversas experiências internacionais no desenvolvimento de empresas, afirma que a mentalidade adotada pelas startups pode ajudar os empresários e os executivos a se adaptarem ao novo mercado conectado. “O que podemos e devemos fazer é repensar tudo. É algo que toda empresa pode e deve tentar”, sugere Alvarenga.

Segundo ele, essa trajetória passa por três pontos: desenhar soluções para necessidades globais, com ideias ousadas que considerem um possível ganho de escala; construir um planejamento que preze pela eficiência em todos os processos, utilizando todas as vantagens proporcionadas pelas novas tecnologias; e, por fim, levantar velas e lançar a empresa no mercado global, com uma base sólida de dados e uma atuação conectada. "O que vale de verdade não é a ideia, e, sim, a execução e a equipe envolvida nela”, conclui.


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