Economia

Em queda, varejo busca soluções para voltar a crescer

Recuando com taxa de -1,9% em vendas

Publicado em 2017-05-16 06:00:04 Atualizado em 2017-05-16 06:00:04 (153 visualizações)

Levantamento apresentado pelo IBGE mostrou que, em março de 2017, o comércio varejista nacional recuou pelo segundo mês consecutivo, com taxa de -1,9% tanto no volume de vendas como na receita nominal, frente a fevereiro.

Em comparação a março de 2016, o varejo nacional apresentou taxa de -4,0%, em termos de volume de vendas. É a 24ª taxa negativa consecutiva nessa comparação. Assim, o comércio varejista acumulou redução de 3,0% nos três primeiros meses de 2017 e taxa acumulada nos últimos 12 meses de -5,3%. 

Já a receita nominal de vendas trouxe, em março de 2017, taxas de variação de -2,0% em comparação ao mesmo período de 2016, de 0,5% no acumulado no ano e de 3,5% nos últimos 12 meses. 

A queda livre nas vendas vem fazendo as empresas buscarem soluções com aplicabilidade imediata. Consultor empresarial e especialista em vendas, José Ricardo Noronha ministra treinamentos há mais de 16 anos e nunca foi tão requisitado pelo varejo como nestes primeiros meses de 2017.

“As empresas buscam capacitação de seus colaboradores para aprimorar as técnicas de vendas, de negociação, e também para descobrir novas formas sobre como conquistar novos clientes e fidelizar e encantar os já existentes”, afirma.

Noronha explica que, em períodos turbulentos como o que estamos vivendo, é fundamental que as marcas se preocupem com a fidelização e o encantamento.

“Estamos numa era de altíssima competitividade, que traz impacto direto na queda da lealdade dos clientes. Por isso, a experiência de compra do cliente nunca foi tão essencial quanto agora. É preciso transformar esses clientes em fãs, e isso envolve customização e personalização no processo da venda.”

Consumidor agora é omni-channel

Com o boom das redes sociais, o consumidor de hoje é multicanal. Ele se relaciona com as empresas das mais variadas formas e através dos mais diversos meios. 

“O cliente pode, por exemplo, conhecer uma marca através da recomendação de um amigo no Facebook, visitar o site da empresa para conhecer mais sobre um produto e, por fim, decidir visitar a loja física para tocar, ver de perto o produto que deseja adquirir.”

Diversos levantamentos indicam que os clientes, cada vez mais, pesquisam muito através da internet antes de comprar um determinado produto ou serviço. Portanto, nunca foi tão essencial quanto agora dedicar os melhores esforços, cuidados e o tão crucial carinho ao cliente em todos os canais que a empresa se fizer presente.

“E deve-se, principalmente, oferecer uma experiência de navegação, compra ou interação que reforce o mais genuíno interesse de um atendimento personalizado, customizado, conveniente, ágil e sempre orientado à excelência”, finaliza Noronha.
 
 
 
 

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